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Site expõe sete motivos que explicam como o Botafogo vem brilhando na temporada

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 Site expõe sete motivos que explicam como o Botafogo vem brilhando na temporada
 
O Botafogo deu mais um importante passo para fazer história na Libertadores na última quinta-feira ao eliminar o Nacional-URU e derrubar o quinto campeão da competição na atual edição. Com um dos orçamentos mais baixos dos brasileiros que disputam o torneio, o Alvinegro tem mostrado um brilho intenso na temporada.
 
O UOL Esporte listou sete motivos que fazem esse Botafogo viver período mais que especial. Classificado para as quartas de finais da Libertadores e semifinal da Copa do Brasil. Afinal, o que o Alvinegro faz para brilhar tanto?

Marcação forte

Gilvan de Souza / Flamengo

Joel Carli é peça fundamental no sistema defensivo do Botafogo

Não há como esconder que a forte marcação da equipe é uma de suas principais características. A entrega começa com o camisa 9 Roger, no ataque, e termina com a última linha de quatro, na defesa. Com tamanha entrega, é difícil ver o Alvinegro levar gols sob o comando de Jair Ventura.

Transição rápida e jogo de aproximação

Leo Correa/AP

Transição rápida sempre com um companheiro próximo para encaixar contra-ataque

Se sem a bola o Botafogo agrada bastante, o time precisou criar uma forma para oferecer perigo aos adversários. Na maioria dos jogos, o Alvinegro prefere jogar sem a bola e jogar de maneira reativa. Para isso, é necessária uma transição rápida assim que roubar a bola do oponente. Uma das insistências de Jair Ventura é que o detentor da bola sempre tenha uma opção fácil de passe para não perder uma oportunidade de contra-ataque.

Adaptação

Armando Paiva/AGIF

Rodrigo Pimpão é atacante, mas precisa marcar lateral e fechar lado esquerdo do meio de campo sem a bola

Para utilizar as peças que têm à disposição e manter as características da equipe, Jair Ventura precisou fazer algumas adaptações. Rodrigo Pimpão é o maior exemplo. Sem a bola, o atacante cumpre papel de jogador de meio de campo e fecha o lado esquerdo acompanhando o lateral adversário. Roger também passou por processo de adaptação. O camisa 9 estava acostumado a receber bolas dentro na área em outros times. No Botafogo ele precisa sair da área e brigar pela primeira bola, papel esse fundamental para desafogar a equipe, que normalmente joga sem a bola.

União do grupo

Fernando Soutello/AGIF

União dos atletas tem chamado bastante atenção no Botafogo

A construção do grupo teve início em 2016. Embora algumas peças tenham se perdido no caminho, a base está mantida. E o caminho percorrido desde então fez com que o grupo virasse uma família. Da fuga do rebaixamento na temporada passada para as quartas de final da Libertadores. É comum declarações de jogadores dizendo jogar 110% por causa dos companheiros.

Salário e bichos em dia

Vitor Silva/SSPress

O bom trabalho da diretoria fora de campo é inegável. Antes conhecido por ser um clube desorganizado, o Botafogo hoje paga salários em dia – em algumas oportunidades pagou até mesmo adiantado. Além disso, a diretoria trabalha com ‘bicho’ a cada vitória. Mais um incentivo para os atletas.

Torcida chegou junto

Thiago Ribeiro/AGIF

Torcida chegou junto e tem média de mais de 34 mil em jogos da Libertadores

O momento é especial e a torcida sabe disso. E o resultado reflete diretamente nas bilheterias e no número de sócios. De 2015, quando o presidente Carlos Eduardo Pereira assumiu, até o atual momento, o Botafogo passou de 6 mil para 35 mil sócios-torcedores. Na Libertadores, o Alvinegro tem média de 34.229 mil torcedores por jogo.

Jair Ventura

Vitor Silva/SSPress/Botafogo

Jair Ventura é um dos grandes destaques do Botafogo e tem o reconhecimento da torcida

Nada disso, porém, seria possível se não fosse o técnico Jair Ventura. O treinador assumiu o Botafogo há um ano, quando Ricardo Gomes decidiu treinar o São Paulo. O jovem técnico tirou o Alvinegro da luta contra o rebaixamento e o classificou para a pré-Libertadores. Passou por dois campeões da competição e, em seguida, pelo grupo da morte. Tudo por um padrão de jogo que o treinador montou e mantém até hoje. Tem o grupo na mão, jogadores que doam sangue a cada vez que entram em campo. Fonte: UOL

 
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