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ZÉ FOGAREIRO: HORA DE ENGRENAR

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 ZÉ FOGAREIRO: HORA DE ENGRENAR
Fala, Zé! Bela noite vivemos ontem, no epicentro futebolístico histórico do Rio de Janeiro. Voltamos a atuar no ex-Maracanã, num clássico importante, com a situação na tabela clamando por uma vitória Botafoguense. E a nossa urgência foi sanada com louvor. O jogo foi bom, Zé. Os dois times (nós e os florminenCs) atuaram de forma aplicada, querendo trabalhar. E, para a noooooossa alegria, o Fogão mostrou mais capacidade pra vencer e acabou convencendo. Normal, né?! Normal um time, que está buscando algo muito maior em 2017, vencer um adversário sem maiores anseios neste segundo semestre. Passamos por cima sem pena. Sigamos em frente!
 
Agora, olhe os números da partida com calma e verás algo parecido com o que aconteceu contra o vasco, por exemplo: o adversário teve mais posse de bola, pressionou no final, mas o Botafogo fez o que realmente interessa pro campeonato: botou a bola na rede. Que lindo, Glorioso! Agora precisamos seguir neste caminho das vitórias e não parar mais. Este é um momento fundamental na temporada. Hora de acelerar mesmo! É tudo ou tudo. FOGO!
 
De início estranhamos a formação que foi a campo, pois faltou o Bruno Silva (que sentiu um desconforto minutos antes da partida, já no estádio). Se por esse lado lamentamos, por outro soltamos fogos de artifício, pois ATÉ QUE ENFIM o Jairzinhozinho parou de teimar com o Emerson Silva no time. Chega. Veio o Igor Rabello e com ele aquela eventual sensação de estarmos mais seguros. Início animador!
 
Zé, no primeiro tempo, o que jogou o jovem Marcus Vinícius já fez valer muito à pena a troca com o cruzeiro, por aquele atacante irresponsável (que prefiro nem repetir o nome, pra não dar azar). Então, mesmo que o Marcus Vinícius não jogue mais nada no Botafogo – o que não irá acontecer (bate na madeira aí, Zé) – já tivemos um bom lucro com essa transação, porque aquele moleque descompromissado com a vida estava atrapalhando o grupo Alvinegro. O Marcus foi um monstro no gramado, Zé: ele ergueu a cabeça, pensou a partida, virou lances com inteligência, chutou lindamente de fora da área (chegando até a beijar a trave)… Um verdadeiro comandante. Bonito de ver a estreia efetiva deste jogador, Zé! Tem potencial pra nos ajudar muito. Agora é manter a pegada e focar no trabalho. Adiante, Marcão!
 
Mas, falando de destaque pra valer, no meio campo de General Severiano, é impossível deixar de lado o João Paulo. Ele vêm mostrando uma consistência e regularidade invejáveis. Joga de terno esse rapaz, Zé. Incansável, produtivo, agregador. A melhor contratação do Botafogo em 2017 até aqui. Jogadoraço! Bem, com a bola rolando vimos, novamente, curtimos um Botafogo aguerrido, atento. Aos 40’ da primeira etapa, ELE – o homem-clássico – aquele que é criticado, menosprezado, mas continua fazendo os seus gols importantíssimos, marcou o único gol da partida, escorando um escanteio com a testa. Fooooogoooo! 1×0 e ali já estava bom pra nós. Depois, melhorou.
 
Na segunda etapa, as flores do Rio até ameaçaram um empate, com uma sufocadinha de leve pra cima nós. Prevaleceu a valentia Alvinegra. E, de mais a mais, quem tem Jefferson no gol, tem a tranquilidade de nunca levar gol bobo. Vencemos de 1×0 e deixamos o adversário pra trás na contagem. Isso que importa. Aproveito pra registrar o meu desejo de sucesso retumbante ao novo contratado Leonardo Valencia. Que o chileno chegue mostrando que seus predicados não estão só no papel. Confesso que lembro pouco dele em campo, mas me pareceu ser um meia rápido e com condições de somar. Ele precisa chegar com o espírito deste elenco: entregar acima de 100% pra alcançar a excelência. Isso é BOTAFOGO!
 
Bora agora deixar esse sorriso vitorioso passar, amarrar a cara novamente e cerrar os punhos. Porque, na segunda-feira que vem, temos o sport de Recife pela frente, lá no Niltão. E jogo contra rubro-negro você sabe que sempre rola aquela vontade extra de vencer e esculachar. De minha parte, só ganhar o certame já está ótimo, mas se der pra transformar o leão em gatinho, dentro da nossa casa… Aí fica perfeito, né?! Te vejo lá pra mais esta batalha, fardado, é claro. Preparar, atirar: FOGO! Abraço, Zé!
 
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